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terça-feira, 3 de junho de 2014

Uso Profilático do Palivizumabe/Synagis em lactentes e crianças de alto risco

A postagem de hoje visa elucidar sobre a importância e os direitos para uso da medicação Palivizumabe (Synagis) na prevenção da infecção pelo V.S.R. - Vírus Sincicial Respiratório.
 
Na semana passada recebi um email de uma jornalista da rede record com o seguinte conteúdo:



Mislene achou o meu blog e por intermédio dele conseguiu email para contato, pouco depois da minha resposta ela ligou, no entanto - e graças a Deus!, eu consegui a liberação da farmácia de alto custo a tempo da Giovanna receber todas as doses dentro do periodo de maior incidência da V.S.R.
 
Eu já havia escrito aqui algumas das condições pelas quais o governo é obrigado a custear a medicação (Embora conhecida como vacina), no primeiro mês em que Giovanna foi direcionada pela farmácia de alto custo a um dos postos de vacinação para receber a primeira dose da Synagis, todos os pais presentes foram orientados sobre a importancia, em qual situação se dá, e que não se trata de uma vacina, mas sim de uma medicação, dada de acordo com o peso do bebê/criança.
 
O V.S.R. é um dos principais agentes das infecções que acometem o trato respiratório de nossos filhotes <entre lactentes e crianças menores de 2 anos>, através de pesquisas pode ser apontado como responsável por 75% das bronquiolites e 40% das pneumonias, isso durante o periodo de sazonalidade (Março a Agosto).
A população de maior risco de incidência esta entre lactentes com menos de seis meses de idade, em especial bebês prematuros/prematuro extremo, cardiopatas e crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade, levando muitas vezes pela a necessidade de internação, considerando que o grupo citado é mais sensivel e suscetivel a  doença.
As propensões associadas ao grupo acima citado no desenvolvimento de doenças respiratórias é decorrente do sistema imaturo, reduzida transferência de anticorpos maternos e menor calibre de vias aéreas, acrescido do desmame precoce (quantas mães de uti conseguem de fato amamentar seu filho?)anemia, uso de corticóides, uso de ventilação mecanica por periodos longos, baixa reserva de energia, entre outros.
 
A PREMATURIDADE EXTREMA é um dos principais fatores de risco e que leva a casos mais graves onde chega a necessitar de internação.
Eu conheço uma mãe de UTI, de prematuro extremo que ficou com seu filhote internado graças a Deus por um curto periodo por bronquiolite/desconforto respiratório mesmo ja tendo recebido a primeira dose da medicação. No post anterior eu mencionei que a Giovanna também teve bronquiolite, ainda bem que estava com saturação ainda dentro do esperado, caso contrario seria internada. A médica que nos atendeu no PS salientou que pode ser que a bronquiolite não se tornou grave como poderia pela primeira dose da Synagis tomada no mês anterior, o que ajudou a atenuar o virus.
 
 
 
"A prematuridade é um dos principais fatores de risco para hospitalização pelo VSR. Em prematuros com menos de 32 semanas de idade gestacional, a taxa de internação hospitalar é de 13,4% (IC95% 11,8-13,8%); esta taxa de hospitalização decresce com o aumento da idade gestacional. A presença de malformações cardíacas está relacionada a uma maior gravidade e taxas de hospitalização maiores em caso de infecções causadas pelo VSR. A hiper-reatividade vascular pulmonar e a hipertensão pulmonar são responsáveis pela gravidade do quadro. A taxa de admissão hospitalar nesses quadros é de 10,4%, com maior necessidade de internação em terapia intensiva e ventilação mecânica - 37% vs 1,5%, (p<0,01) e mortalidade de 3,4% comparada a uma taxa de 0,5% na população previamente sadia. A Doença Pulmonar Crônica da Prematuridade (DPCP) é uma condição na qual uma injúria pulmonar se estabelece num pulmão imaturo, o que leva à necessidade de suplementação de oxigênio e outras terapias medicamentosas; muitos estudos demonstram uma maior susceptibilidade de crianças com DPCP em desenvolver infecções graves pelo VSR, nesta situação a taxa de internação hospitalar atinge 17%." tirei daqui: Brasil Sus

É claro que por se tratar de uma medicação com o custo altamente elevado, (o valor mais baixo que achei numa distribuidora conhecida com preço tabelado para São Paulo (Singular Medicamentos) foi de R$ 5.790.50) o governo/ministério da saúde tende além de adotar critérios para liberação ao grupo de maior risco, que de fato é necessário, a não facilitar a liberação com a exigencia de documentações.

No caso da Giovanna

Quando da alta hospitalar, recebi do hospital Santa Joana o resumo de alta (com todas as informações de peso, evolução da bebê na UTI Neo que tinha informações sobre o diagnostico de anemia, displasia broncopulmonar, entre outros); uma ficha para requerimento da Palivizumabi/Synagis  para ser preenchida, assinada e carimbada pelo Pediatra Neonatologista da Giovanna (o que pode ser impresso direto na página da Secretária da  Saúde - Estado de São Paulo); o endereço das duas farmárcias de alto custo (que é num buraco de longura, mas ta valendo), e além disso o pediatra necessita fazer uma carta com solicitação da medicação em questão "Solicito ministrar Palivizumabi paciente XYZ...).
 
Levei todas as documentações acima mencionada no inicio do mês de fevereiro na farmácia de alto custo de Várzea do Carmo/SP, no entanto, por ser esta uma medicação sazonal, ainda não estavam recebendo o processo, mas por gentileza da atendente ela pediu que o responsavel em olhar as documentações já verificasse se estava tudo correto, ao que ele disse que a carta escrita do médico não seria aceita por estar contendo o nome 'Synagis' quando na verdade deve conter o nome do principio ativo 'Palivizumabi', logo, para dar entrada eu necessitaria trocar aquela guia de solicitação.
Era ínicio do mês de fevereiro, a medicação começa a ser ministrada em Março até Agosto, então eu até tinha tempo para a troca...
Voltei ao médico, troquei a carta, ele até questionou sobre o ocorrido, considerando que, se eu tivesse levado a documentação só no fim do mes de fevereiro conforme data de abertura das solicitações, e por uma diferença de nome cuja finalidade/componentes é a mesma, a Giovanna poderia não ter tomado a primeira dose, já que perderiamos tempo em ter de voltar ao consultorio e fazer a troca...E ela que teve bronquiolite 15 dias depois da primeira dose poderia ter ficado em estado grave (hipotéticamente falando).
Além disso, nas palavras do médico, é uma burocracia excessiva, quando o mesmo não ocorre para repasse de drogas e tantas outras coisas ilícita nesse país!E eu concordo.
 
 
No dia 28 de fevereiro levamos novamente a documentação, o atendimento foi rápido e o Atendente até mencionou não precisar levar a bebê, pois a expõe em meio a tantas outras pessoas doentes no local e pela aglomeração em sí.
No entanto (sempre tem né?!) a ficha de requerimento havia sido preenchida imcompleta pelo medico (ele não colocou o endereço de nossa casa, número, bairro, e eu mesma achei que nós poderiamos preencher), o atendente falou que o Rafael poderia preencher a ficha (sua letra é igual ao do pediatra), no entanto a cor da caneta tinha uma leve diferença, o que poderia ser caracterizado como falsificação pelo perito. Saberíamos se foi aceito em 30 dias...Que ódio!!!
No dia 24 recebi ligação com liberação das 5 doses, local em que seria dado, horário...Um alivio.
No dia 31/03 a bambina recebeu a primeira dose, dia 29/04 a segunda, 28/05 a terceira...
 
No fim do mês de abril, recebi uma ligação da UNESP - CENTRAL DE ACOMPANHAMENTO DE PACIENTES QUE FAZEM USO DO PROFILÁTICO PALIVIZUMABE - SECRETÁRIA DA SAÚDE.
 
O motivo do contato foi para uma breve entrevista acerca das semanas gestacional de nascimento da Giovanna, peso, evolução, para solicitação de acompanhamento mensal (por telefone)  para estudo de caso e acompanhamento da eficiencia da medicação, se ela teve alguma doença: Bronquiolite, Pneumonia, Broncopneu após a ministração da Palivizumabi.
Esse acompanhamento é feito com todas as crianças que fazem o uso da medicação |(dentro do Estado de São Paulo), e por coincidencia hoje ligaram para confirmar se a Gi recebeu a terceira dose, se houve alguma necessidade de internação no período...Estou para receber do SUS uma cartilha sobre os cuidados com a bebê nesse periodo de queda de temperatura, com dicas de prevenção, tudo isso a partir da ligação dessa central que todo final de mes tem ligado para saber se houve reação pós medicação, se teve algum tipo de VSR.
Nessa ultima dose que a Gi tomou, entregaram um documento a ser preenchido pelo medico para acompanhemto da bambina conforme a descrição já citada acima acerca da ligação da central.
 
 
Se você é mãe de bebê que se enquadra nas condições acima para indicação da Palivizumabi/Synagis, e que já foi na farmárcia de alto custo do governo porém não conseguiu liberação (mesmo tendo indicação médica) envie seu contato para eliane.cn@gmail.com estarei repassando seu telefone/contato para a Mislene da TV Record. Duas mães me passaram contato tendo uma delas me avisado que ja recebeu retorno da Mislene. Depois venho contar a vocês. 
 
DICA DE LEITURA: PALIVIZUMABE - ANVISA
 
 

Beijos com asas

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Liquidificador de atualizações

Ei Amora!
Primeiramente quero que você de uma reparada na lateral direita, num certo selinho de recomendação recebido pela Clasf:

É óbvio que A-M-E-I!!! Na verdade eu estou bem atrasada (como sempre) na postagem e colocação do selo, mas dá pra dar um desconto, afinal, expliquei para a Maria que com a Gi na uti eu não tinha muita paciencia/tempo de ficar configurando o blog, colocando selo...
Então que na semana passada a Maria enviou o link com a matéria citando o blog, passa lá pra conferir:
 
 
 
Fiquei feliz pela citação, embora acredito ter outros blogs que costumo acompanhar que serviria de melhor inspiração sobre Maternidade, não que eu esteja menosprezando o meu...

Na falta de tempo para escrever deixei tanta coisa passar que fica mais facil agora relacionar os mais importantes dos ultimos "capitulos":

* Em meados de Abril Giovanna teve começo de bronquiolite diagnosticado na madrugada da sexta-feira santa, tratado com antibiotico e muita, mas muita inalação e lavagem do nariz com soro amornado. Duas semanas antes do diagnostico nós a levamos a um pneumonologista, com ótimas referências pela net e que inclusive atendeu a um bebe  amiguinho da Gi de UTI, também prematuro extremo. Quando da consulta, achei um certo exagero ele logo no inicio diagnosticar minha filha com rinite, sinusite, bronquite e isso apenas por saber que o Rafa tem e que eu também tenho algumas dessas turmas "ite".
Quanto a displasia broncopulmonar disse que poderiamos ficar tranquilos, ja que até aquele momento (inicio de abril, não havia tido alguma crise grave a partir da broncodisplasia). Ele foi super recomendado, com consultorio localizado bem proximo ao Santa joana, sinceramente eu nem questionei tanto, embora não me senti tão confortavel com as afirmações dele sem um exame especifico para tanto. Dos exames: além de um raixo x do torax,  pediu vários de sangue para confirmar alergia a leite de vaca, a poeira, e muitos outros que pudessem ajudar a previnir caso ela apresente algum tipo de crise alérgica. Julguei Pertinente.
Contei que a Gi estava com uma leve tosse seca (embora incostante), além disso, frequencia em colocar as mãoszinhas no ouvido, ele examinou e disse haver uma inflamação naquela região, que seria este o desconforto que a faz levar as mãos na orelha, e apos uma consulta de cerca de 10 minutos, com um certo diagnostico de crise alérgica, faltando apenas levar os exames, sai de lá com uma receita de R$ 450,00 reais em remedios, sendo um deles o Decadron que Giovanna ja tomou na UTI quando da tentativa de extubação. Compramos os remedios, mas quando começamos a ministrar a medicação...O decadron indicava 5ml (na marca de 20kg - Giovanna pesava na ocasião quase 7kg)..A menina começou a piorar, e cada vez que tomava a medicação tossia de ficar vermelha pimentão. Liguei para o Dr. Pneumo questionando a quantidade ministrada, ele então falou que eu poderia diminuir 1ml. Giovanna passou a piorar, o chiado no  nariz era constante, só queria ficar no colo, tudo chorava, não conseguia dormir, e a cada dia os sintomas de resfriados se assentuada. Liguei no celular do Pediatra para contar do ocorrido e só deu cx postal...Liguei para o pneumo, contei que ela começou a vomitar e ele passou novas medicações (o que em menos de uma semana nos fez gastar cerca de R$ 550,00). Mais tarde o pediatra retornou minha chamada perdida. Contei das medicações, de todo o ocorrido e a pessoa simplesmente diz não concordar com a medicação ministrada e que era para leva-la no consultorio na segunda-feira para examina-la. Contei de 10 a 0. Não podia me angustiar/irritar e nem tinha para onde correr, afinal agora a mãe sou eu. Na segunda as 6:00 levamos Giovanna para tomar a dose da Synagis, no meio do caminho Giovanna acomodada no bebe conforto, num transito da Av. João dias (quem conhece sabe que numa dada altura daquela avenida não tem como correr dali), a bambina começou a tossir, tossir, tossir e o rosto começou a avermelhar e a boca ficou cianose (foi ficando roxa), tirei ela da cadeirinha numa agilidade que ate eu me surpreendi, "Giovanna, filha, Giovanna" - dizia enquanto a chacoalhava. Me vi na mesma situação que ja passei na UTI, baita susto de tirar o ar. Meu Deus! Ela foi corando novamente, respirando, e melhorando até que vi que estava tudo bem para devolve-la ao bebe conforto. Liguei para o Dr novamente, avisei a empresa que não conseguiria retornar ao emprego pois levaria a Giovanna apos a vacina direto no consultorio medico e assim o fiz. Voltamos primeiro para casa, almocei e pegamos o Rafa, chegando consultorio o Dr falou que embora respeitasse o colega de profissão,  não entendeu a necessidade de o mesmo ter entuxado a criança de remedios, principalmente numa alta dosagem, instruiu em interromper o uso das medicações e trocou novamente de medicação passando apenas um xarope fitoterápico para auxiliar na tosse seca. (E lá se foram mais alguns miréi$). Não que seja o problema, embora muita grana. Eu chamo a atenção para a quantidade de remedios que sepassou quando na verdade nem existia a necessidade...
Também pediu que eu não realizasse os exames solicitados, na visão dele iria expor a bambina sem necessidade naquele momento e quando a Giovanna completar um ano ele mesmo pedira uma bateria de exames. Naquela semana a Giovanna melhorou significativamente apos o xarope, voltou a dormir a noite toda, uma belezinha.
Passado o periodo de dar o xarope, alguns poucos dias depois ela tornou a apresentar sintomes de gripe, tosse, e eu voltei a dar o xarope que o Pediatra receitou achando que aquilo resolveria novamente. Passado dois dias ela começou na madrugada do dia 18/19 com uma chiadeira no peito que não parava, o pai dela ficou acordado fazendo inalação, nada melhorava, depois foi minha vez de ficar com ela, que tossia, chorava, não conseguia dormir pelo desconforto respiratorio. Quando peguei o estétoscopio para ouvir o pulmão ela esta com uma chiadeira...Era 5:30 am, Rafael tadinho tinha ido para a cama as 4:00am porque ficou com ela, mas acordei ele e corremos para o hospital(essa foi a primeira vez que necessitamos do pronto socorro). Apos exames: bronquiolite. Meus olhos encheram d'agua. A medica excelente, tirou minhas duvidas, explicou que a bronquiolite deve ter sido atenuada pela primeira dose que Giovanna recebeu da Synagis, e que como a saturação estava boa não necessitaria de internação.
Quando ouvi tudo isso me senti uma péssima mãe. Primeiro por medica-la por conta propria com o meu "achismo" de que deveria ser a mesma situação da anterior. Segundo por sair dando tudo o que Pneumo mandou sem sequer questionar ali mesmo, porque uma tosse de um resfriadinho não sarado possivelmente deve ter virado a bronquiolite que poderia ter virado até algo mais grave.
Eu to aprendendo a ser mãe. Confiar nos meus extintos é importante a exemplo do meu estado de alerta quando fui ao pneumo; mas dar qualquer medicação mesmo que um xaropinho inocente sem indicação medica é imprudência.
Passado uma semana ela melhorou 100% graças a Deus. Dias desses teve um episodio de resfriado, mas nada que não fosse controlado com o mesmo xarope (dessa vez o pediatra receitou apos avaliar) e muita inalação todos os dias. E hoje esta super bem!

Ultimamente tenho questionado com o Rafael da nossa superproteção com a bambina. Depois do episódio da bronquiolite, não a levamos mais na fisioterapia porque lá é meio aberto, entra muito vento, tem outros bebes, permanecerei assim até o fim de setembro, (março a setembro são as épocas de maior incidencia de doenças respiratórias). Mas vejo mamães de uti de prematuro extremo que ficou ali junto com o seu filho do ladinho da Gi e que tem praticamente a mesma idade de vida/corrigida -  elas  passeiam com o bebê, vai ao shopping, restaurante, praia, sitio, chácara, leva na igreja, já levaram até na UTI para as medicas, enfermeiras e tecnicas verem seu milagre, enfim, tudo recomendações que meu medico não autoriza (Quando eu falei para ele que queria levar no St Joana para as medicas ver ele só falou uma palavra em som amistoso: Não! e com a boca fazendo aquele som de negativa). Eu mesma não tenho coragem de fazer esses passeios! Até fui a igreja, mas era uma noite de calor, agradavel, sabia que teria poucas pessoas para não aglomerar nela, observei na semana depois de ir a igreja se ela apresentaria algum sintoma, alguma coisa resfriado, porque não costuma sair..Precauções eu tomo. Só não sei se tomo até demais a ponto de ela ficar resfriada com facilidade. Na verdade eu trabalhando, volto pra casa, sem saber posso estar com o virus entubado. Rafael quem cuida dela em casa, mas também tem contato com outras pessoas, porque estuda.
Como que faz com a bambina? Coloco numa bolha?
A enfermeira do local que a Gi toma as vacinas diz que não posso priva-la tanto, pois ela precisa criar imunidade, e estando só em casa isso não ocorre. Ja o medico dela acha que é expor ela sem necessidade que é melhor esperar mais um pouquinho, achando eu o mesmo,  porém preciso fazer o melhor por ela. Nessa época de extremo frio sair com ela é só para consultas mesmo, isso até com um bebe nascido a termo! Quem concorda levanta a mão para eu ver e bate aqui! Convenhamos que não precisa expor a criança nesse frio da gota serena!

Vou deixar esse tópico meio que vago, porque como disse acima estou aprendendo a ser mãe e sei que o caminho é longo...

* Sobre o desenvolvimento da Bambina (em se tratar de idade cronológica):
  •  Com 6 meses passou a segurar firme os objetos;
  •  Passou a colocar tudo o que segurava na boca;
  •  8 meses - fica muito mais tempo acordada;
  •  Ama fazer força para ficar em pé (mas a gente insiste em ajuda-la a engatinhar)
  •  Com 9 mês deixou de apenas se esforçar para virar de brusto, agora ela já rola na cama, de um lado para o outro, logo não podemos mais piscar os olhos rs.
  • Não ri, da altas gargalhadas de gritinho;
  • Tem uma força na mão..
  • e na quinta passada (22/05) ela com 9 meses e 16 dias de vida -b sorriu com seus primeiros dentinhos despontando na banguela  boca mais linda do universo. Viram dois de uma vez só na parte de baixo. Celebrei tanto que o Rafael chegou a dizer que até assustei a kiançççaaa. rs
  • Presta muita atenção quando voce fala com ela.
  • Ta numa manhã que só!
  • Descobriu os pés, e agora ao levantar os pés pro alto, faz a maior acrobacia colocando os pés na boca. Túdilindo!!! 
  • Desde o começo do mes já diz: Papá, papá...Mama é só quando quer chamar muito minha atenção. Merece uma surra essa safada! Pra piorar ela fala "papá" e o pai responde né! Com aquela cara de: "morra de inveja ela chama pelo papai" ....
  • E quando ta de birra ela GRITA!!! Temos até que chamar a atenção dela: "Giovaaaaanna!"
  • Cada dia muda mais a fisionomia, e eu quem nem sabia ser assim possivel cada dia a amo mais!
  • Quando chegamos perto dela ela gosta de segurar nosso rosto, tocar. Por muitas vezes faz isso com pai. Alias, dorme do mesmo lado que ele, do mesmo jeito que ele, e aonde ele vai ela o segue com os olhos. Basta ele olhar para ela ou dizer uma palavra ela da um sorriso largo! É lindo de se ver, uma mistura de alegria, amor com satisfação!
  • Tem o mesmo costume de segurar apenas um dedo nosso como fazia na uti quando sua mãozinha tinha apenas 2 cm o que não permitia segurar toda nossa mão. Quando a colocamos para dormir (ela esta dormindo conosco na cama nesse tempo de frio), basta dar o dedo para ela segurar e tão logo adormece...Registrei varios desses momentos em foto, venho colocar depois pra você conferir que mimo.
  • Senta apoiando as mãos <3


    E abaixo algumas fotinhas de sabado, ela ta puro amor, sapequisse, riso, gritinhos...
Tia Li e Gi



    "Minha Bambina risonha"

    Ela é minha cara, ela é joia rara
    Adora uma bagunça com a mamãe <3





    
    Primeiro Selfie rs
     

 
Amanhã juro que venho pra contar sobre outro ocorrido a partir do blog, muito util às mamães!!!
 
Beijos com asas,